Uma reação terrível, quase uma “moda” desumana, que tira a vida em vez de a dar. Assim se tornaram os linchamentos em Togo. Este verão a Lomé, a capital, entre Julho e Agosto, apenas no bairro de Agoé, foram registados três episódios gravíssimos: Jovens queimados vivos porque eram suspeitos de roubo.
A comunidade de Snat’Egidio, que hà anos é amiga das crianças de rua da zona, decidiu dizer basta avivando a campanha “Eu não concordo”. O fenómeno está a aumentar de forma preocupante porque é aceite e valorizado, como um meio de dissuasão, sobretudo dos jovens, para os quais se tornou quase uma reacção normal, alimentada por SMS com as quais se assinala a localização dos furtos e se procura queimar os responsáveis.
Mas se as “moda”, também as mais terríveis, se tornam facilmente hábitos, a Comunidade está convencida que se pode avivar uma tradição contraria, aquela do respeito das leis e da vida humana, um valor muito pouco garantido nas periferias das grandes cidades africanas.
A comunidade de Snat’Egidio, que hà anos é amiga das crianças de rua da zona, decidiu dizer basta avivando a campanha “Eu não concordo”. O fenómeno está a aumentar de forma preocupante porque é aceite e valorizado, como um meio de dissuasão, sobretudo dos jovens, para os quais se tornou quase uma reacção normal, alimentada por SMS com as quais se assinala a localização dos furtos e se procura queimar os responsáveis.
Mas se as “moda”, também as mais terríveis, se tornam facilmente hábitos, a Comunidade está convencida que se pode avivar uma tradição contraria, aquela do respeito das leis e da vida humana, um valor muito pouco garantido nas periferias das grandes cidades africanas.
Foi muito comovente o testemunho de uma senhora que contou a atrocidade do linchamento de um jovem, Sadete, queimado vivo. Interveio também uma mãe de um rapaz de 16 anos que no dia anterior tinha sido vitima de uma tentativa de linchamento e que só a intervenção de alguns jovens da Comunidade possibilitou escapar ao linchamento.
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